Segunda-feira, 14 de Maio de 2012

Cartel Sanfermin 2012

As t-shirts oficiais deste ano vão ser assim:


Terça-feira, 8 de Maio de 2012

Já Faltou Mais!!!

1 De Enero, 
2 De Febrero, 
3 Marzo, 
4 De Abril,
5 de Mayo, 
6 de Junio, 
7 de Julio San Fermín!!!!!!!!!

Quarta-feira, 2 de Maio de 2012

Os Reis da Estafeta

Durante uma tarde, fomos os reis da estafeta:

video

Terça-feira, 24 de Abril de 2012

Carteis Finalistas para San Fermin 2012

Estes são os oito cartéis finalistas para os Sanfermines deste ano:

O meu voto vai para: I want you for San Fermin 2012

Quarta-feira, 18 de Abril de 2012

Mais vale tarde que nunca...

Digressão 2011 - Crónica de Salvador Manzarra

Toda a minha vida vi os encierros de San Fermin, lembro-me de acordar de madrugada em miúdo para ver os encierros com o meu  Avó. Acordava cheio de sono e lá íamos ver aqueles malucos a correr à frente dos toiros e eu pensava um dia ainda vou mostrar a estes gajos como é que se anda à frente de um toiro.

Quando começamos a marcar a despedida de solteiro do Zé Maria a Pamplona fiquei logo maluco , a pensar, é desta que aqueles gajos vão aprender como é que se anda na festa, fiquei  logo cheio de vontade de arrancar.

Quando chegou o dia, combinamos todos encontrarmo-nos em casa do Cabo Cortes  por volta das 6 e 30 da manhã, como é óbvio existiram muitos atrasos,  decidimos espera  mais um bocado e ver o encierro  num café perto de casa dele e depois logo partíamos rumo ao nosso destino, Pamplona. Posso dizer que a viagem de carro é um grande sofrimento, o carro vai carregado até ao tecto, cheio de malas, roupa, garrafões de vinho, cheio de gajos (visto que éramos 7 na carrinha). Este sofrimento dura umas 7horas, mas quando se chega a Pamplona e se sente aquele cheiro e o ambiente, vale a pena as 7horas de viagem!
Não consigo explicar por palavras aquilo  que se passa , nem o que se vive em terras  de Navarra,  mas posso adiantar que se pensam que já viram tudo  é porque ainda não foram a Pamplona, eu pensava que nós nos portávamos mal na noite e que fazíamos ás vezes asneiras que não devíamos , mas ao pé daqueles meninos somos uns simples aprendizes de feiticeiros!

Queria contar uma história que se passou em Pamplona para tentar explicar mais ou menos o ambiente de festa que se vive. Não sei dizer ao certo o dia em que tudo se passou, porque lá perde-se um bocado a noção do tempo,  mas este episódio ficou marcado certamente na memória dos presentes do sector 12 das andanadas. Fomos todos à corrida e como é normal estávamos todos animados e a beber uma bela sangria que tínhamos preparado previamente antes de entrarmos na corrida, entretanto o balde fica todo sujo e já não se consegue beber mais do balde.

A parte mais chata das corridas é quando temos que ir à casa de banho, aí começamos a usar o balde da sangria para tal efeito e assim já não perdermos  tempo!!! Quando o balde já tinha sido usado para tal efeito  algumas vezes e já se encontrava com alguns litros, a rapaziada já estava toda suja de vinho e a praça estava toda “cagada” , eis que surge um senhor  que ninguém sabe bem vindo de onde, todo branquinho  e todo limpinho. Nenhum de nós disse  alto, mas todos pensamos “  olha- me este menino, ainda está todo branco… temos que o sujar!” , ninguém lhe fez nada ali nos primeiros dois minutos, até que um de nós se lembrou do balde…

Nós estávamos ali na quinta ou sexta fila, já não havia ninguém à nossa frente ( já tínhamos afugentado toda a gente), de repente o tal balde fez um voo picado direito ao tal senhor que ficou todo sujo da ponta dos cabelos até aos pés e não devia cheirar muito bem. O gajo olhou para nós com um ar um bocado chateado, saiu logo da praça e nós pensamos “este gajo ficou mesmo bruto”. Passado uns 5 minutos aparecem uns 10 policias e o tal senhor também vinha lá no meio , era só um policia a paisana,  como é óbvio a policia mandou-nos sair logo da praça e fomos todos “presos” para uma sala que havia perto dos curros da praça , estivemos lá um bocado e depois fomos todos multamos por uma quantia que não me recordo, foi uma senhora agente que nos multou  a todos, quando estava a distribuir as multas por cada um de nós, quando chegou a altura do Bizerra a senhora agente ficou um bocado admirada quando lhe deu a multa que lhe pertencia , o Eng.Bizerra mal apanhou a multa nas mãos prontamente a comeu e ainda a empurrou para baixo com um golo da cerveja que já estava a beber.

Depois de este pequeno episódio a festa continuou e fomos todos para a presunteria beber uns copos e contar este belo número aos outros que não estavam presentes.
Espero que este ano seja no mínimo tão bom como o ano passado, queria agradecer ao nosso Cabo Cortes pela sua grande organização e por todos os grandes momentos que nos proporciona.

Viva San Fermin!
Gora San Fermin!

Ps- quero só pedir desculpa a todos os que foram presos e prometo este ano inovar no aventamento.

Quarta-feira, 4 de Abril de 2012

Digressão Sanfermin 2012

1 De Enero, 
2 De Febrero, 
3 Marzo, 
 4 De Abril
5 de Mayo, 
6 de Junio, 
7 de Julio San Fermín!!!!!!!!!

Já está agendada a Digressão a Pamplona deste ano, irá iniciar-se no Sábado dia 7 de Julho (dia de San Fermin) e só terminará na Terça-Feira dia 10, tendo já garantida a presença de 22 elementos ao longo dos 3 dias, dos quais apenas 8 são repetentes.

Uma vez que o Cabo só chegará a Pamplona no Domingo, vai ser o veterano Amarillo a liderar as hostes no primeiro dia.

Já só faltam 92 dias....

VIVA SANFERMIN!!!
GORA SANFERMIN!!!

Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2012

Ganaderías para los encierros de Sanfermin 2012

Estreno en la Feria del Toro de la ganadería de Torrehandilla-Torreherberos, de Linares (Jaén), vuelta de Juan Pedro Domecq -ausente desde 2005- y se caen las dos ganaderías recuperadas para Sanfermin 2011 como eran Torrestrella y Núñez del Cuvillo

Según acaba de comunicar la Casa de Misericordia de Pamplona, fruto de las negociaciones de su Comisión Taurina, en Sanfermin 2012 viviremos el estreno en la Feria del Toro de la ganadería de Torrehandilla-Torreherberos, de Linares (Jaén) y el retorno de los bureles de Juan Pedro Domecq -Castillo de la Guardia (Sevilla)-, ausentes en la Feria de Sanfermin desde 2005. Dejan Sanfermin las dos incorporaciones de 2011, los animales de Torrestrella y Núñez del Cuvillo. El resto de la Feria se completa con las ganaderías de MIURA de Lora del Río (Sevilla), VICTORIANO DEL RÍO CORTÉS de Miraflores de la Sierra (Madrid), HEREDEROS DE José CEBADA GAGO de Medina Sidonia (Cádiz), DOLORES AGUIRRE YBARRA de Constantina (Sevilla), EL PILAR de Tamames (Sevilla) y FUENTE YMBRO de San José del Valle (Cádiz). 

La ganadería de Torrehandilla-Torreherberos pertenece a Joaquín Morales que adquirió la finca La Marquesa en 2005. Morales compró el hierro centenario y las reses de Teófilo Segura. La vacada provenía de Fernando Domecq cuando dirigía Jandilla.

Los toros de Juan Pedro Domecq vuelven tras su última aparición en 2005. Han estado presentes en tres ferias y marcaron una media en los encierros de 2.38 por carreras, dejando un corneado y 10 traumatismos. 

Los toros de Dolores Aguirre continúan en la feria ininterrumpidamente desde 2002 sumando 12 encierros, con una media por carrera de tres minutos exactos y 13 heridos por asta de toro, algo más de uno por encierro.

Los toros de Miura acuden ininterrumpidamente a Pamplona desde 1980 -32 ocasiones-. Los encierros de los quince últimos años, más peligrosos que los anteriores, marcan una media de duración de 3,20 y han dejado 11 cornadas en este periodo.

Los toros de Cebada Gago cuentan con 26 participaciones en la Feria del Toro y dejan 43 cornadas y 95 traumatismos. En 1985 acudieron por primera vez a Sanfermin y desde 1998 lo hacen ininterrumpidamente. Tienen una media por carrera de 3,10 minutos. 

Los toros de Victoriano del Río correrán por tercera vez en Sanfermin. Tienen una media de 2.16 minutos en el encierro y han dejado un herido por asta de toro en cada una de sus participaciones. 

Los toros de El Pilar recorren el encierro a una media de 2,48. Han participado en tres ferias del toro y no han faltado en los dos últimos años a Sanfermin. En tres años han dejado dos cornadas y 11 traumatismos.   

Los toros de Fuente Ymbro no han abandonado la Feria del Toro desde su estreno en 2005. Estos toros han participado en siete encierros y dejan una media de 3,04 minutos por carrera. 3 personas han sido corneadas por estos animales que dejan en siete carrera 23 traumatismos. 

 

Quinta-feira, 1 de Setembro de 2011

Digressão Sanfermin 2011- Crónica Gonçalo Lopes

E como uma imagem vale mais do que mil palavras, aqui vai a crónica do Gonçalo:

Segunda-feira, 25 de Julho de 2011

"Puto, o medo é uma cena que... a mim não me assiste!"

O Gerente e o Mané têm de se por em campo para ver se descobrem onde esta personagem chamada Hélio vive nas Caldas da Rainha, para o convidarmos para a Digressão Sanfermin 2012.

Quinta-feira, 21 de Julho de 2011

Digressão Sanfermin 2011- Crónica Zep Pires da Costa


Meus amigos começo por escrever esta crónica com um agradecimento muito especial ao nosso Cabo Duarte Cortes em representação de todos os veteranos pela maneira como me receberam e me trataram todos aqueles dias magníficos que tive o prazer de passar em San Fermin. 

Nunca tinha ido a Pamplona anteriormente, só fui porque o nosso amigo Zé Maria vai casar em boa hora digamos porque se não fosse este pretexto provavelmente nunca teria conhecido uma das maiores Festas do mundo, adorei!

Saímos de Lisboa por volta das 7h da manha, a tripulação era composta pelos digníssimos; Bernardo D ´eça , Duarte Corte, João Braga, António grave, Eu, Salvador Manzarra e João Pedro Mendonça mais conhecido por Bezerra. A carrinha ia lotada ninguém se conseguia mexer não cabia mais nada, cada um de nós levava consigo um saco pequeno com roupa o indispensável  o resto era só bebidas e mais bebidas e um leitão, para fazer 8h e tal de caminho, mas quem corre por gosto não cansa e foi isso o que aconteceu!

Quando chegamos a Pamplona a primeira coisa que fizemos foi comprar (quem não tinha) as roupas adequadas para “lá feria” fomos á nossa casa muito apressadamente para deixar os sacos e seguimos para a rua dos bares, onde o nosso Cabo nos deu  a conhecer o ponto de encontro que era a Presuntaria, esse mítico bar que só não valia arrancar olhos tudo o resto era permitido. Rumo á corrida cada um dos debutantes levava consigo os baldes do vinho, o gelo, as bebidas e o leitão.  Já na praça “no hay entradas” juntamo-nos todos nas andanadas e lá começamos a fazer o nosso botellón com o leitão á mistura. A corrida muito sinceramente não a vi, só olhava para baixo quando a praça começava a cantar illa illa illa Padilha maravilha, fiz tudo naquela praça mas tudo mesmo. Nunca em toda a minha vida tinha assistido a uma corrida de toiros daquela forma tão diferente e especial com 5ou6 bandas a tocar ao mesmo tempo com as pessoas a bailarem a mandarem vinho para cima uns dos outros a comerem e tudo isto sem que houve uma chatice ou que alguém te levasse a mal.

Depois da corrida, continuamos a divertimo-nos pela noite/manha fora ate que o álcool nos derrotasse.

Os outros dias foram vividos com a mesma intensidade como se não houvesse amanhã. Quando acordávamos tomávamos um banho e íamos logo para a rua continuar a nossa guerra. Todas as tardes passávamos pelo melhor e mais bem conceituado restaurante de Pamplona o grande CHINES onde existiu um pouco de tudo desde beber penaltis de soja a agridoce passando por dormir nas casas de banho, eu sei lá… 
            
Para finalizar um abraço muito especial a todos por me terem feito desfrutar de momentos que já mais esquecerei, ao nosso Chico Garcia que foi passeado em ombros pelas ruas, ao nosso amigo Rambo por ter conseguido dormir 20h por dia, ao nosso amigo Brasileiro que eu e o Braga adoptamos e ficou a viver em nossa casa e a todos aqueles que fizeram com que esta viagem fosse o sucesso que foi! 
        
Só quem já foi a Pamplona é que sabe o que é Pamplona, não imaginam o tanto que é difícil tentar escrever sobre aquela feira tudo o que se lá passa e vive, por isso aconselho a quem não foi que vá, para tentar perceber tudo o que eu não consegui descrever e a quem foi que volte porque aquilo é imperdível.

Para o ano lá estarei!
Viva San Fermin!
Gora San Fermin!
Ya falta menos!

Um forte abraço.

Quarta-feira, 20 de Julho de 2011

Digressão Sanfermin 2011- Crónica Zé Costa


Malta,

Escrever sobre Pamplona e sobre aquilo que lá vivemos não é nada fácil! Para quem, como eu, não está habituado a escrever, nem sempre encontra a melhor maneira de transmitir aquilo que sente, o que se torna ainda mais complicado quando aquilo que se sentiu foi muito grande. Foi grande a alegria, foi grande a amizade, foi grande a camaradagem, foram grandes as camadas, foram grandes os dias e as noites, foi grande a Festa! (Parece que a única coisa que foi curta este ano foram os encierros).

Quando agora, já em Portugal os infelizes que ainda nunca foram a Pamplona me perguntam pelos toiros, a única coisa que posso dizer é que mal os vi. As recordações que ficam é dos tintos verano na presunteria, de ter andado atrelado a uma cadeira de madeira (as bebedeiras às vezes dão nestas coisas que não têm explicação), do almoço no chinês, de cantar a “Laranja da China”, e da meia barba do Tangerina, da passagem breve pela corrida de Sábado e de alguns (poucos) momentos da noite de sexta.

Para sempre ficará registado em auto da polícia de Navarra a fantástica detenção de 14 ou 15 javardanas portugueses, ainda hoje sem se saber bem porquê! Parece que se podia atirar vinho mas não tanto.

Agradeço a todos os mais experientes (alguns com 8 estrelas na camisola) pela forma como nos receberam e nos introduziram à festa. Deixo um abraço especial para o Duarte Cortes por todo o trabalho que teve na organização (uma gajo queria dormir….aparecia uma casa, um gajo queria ir à corrida…..aparecia um bilhete na mão, até malásias se arranjavam!) parabéns e obrigado. Obrigado especial também à pétala Zé Rosado pelo convite.

Agradeço aos que comigo debutaram na festa, fica a certeza que mais alguém percebe do que estou a falar quando recordo Pamplona.

Agradeço aos que chegaram depois de nós e que mantiveram a chama acesa (provavelmente até a aumentaram mas já não estava lá para ver).

Há situações em que um tipo tem saudades ainda antes de partir, esta foi uma delas.

Não percebo muito de Santos, mas cheira-me que o San Fermin deve ser dos melhores!

Abraço a todos e até para o ano.
Viva SAN FERMIN!
GORA SAN FERMIN!

Zé Costa

Digressão Sanfermin 2011- Crónica Tó Dentes


Gostava de começar a minha crónica com uma dedicação ao grande mentor das festas de San Fermin, Ernest Hemingway, para quem não sabe, o grande promotor destas grandiosas festas, no seu livro Fiesta.

Tal qual como este grande escritor escolheu este título para o seu livro, acho que eu também o vou utilizar para descrever a nossa digressão, pois não passou de uma grandiosa Fiesta e com grande animação.

Esta grande Fiesta começou, como não poderia deixar de ser com um casamento no Campo Pequeno, acho que isto não podia ser melhor para dar o mote da nossa digressão. Foi depois de uma boda de casamento, bem comidos e ainda melhor bebidos, que nos dirigimos ao nosso e querido aeroporto da Portela, viagem esta que começou logo com uma animação grande, pois acho e posso afirmar que o avião era “nosso”! Após uma viagem agradável de avião decidimos apanhar outros meio de transporte, pois Pamplona não e perto! (mas quem corre por gosto não cansa, ou melhor quem bebe por gosto não cansa mesmo nada). Então apanhamos um táxi, e fomos directos para a estação de Atocha onde tínhamos que apanhar o comboio, para essa grande cidade das fiestas de San Fermin. Ao sabermos que a viagem ira ser de 3h30, e como bons portugueses, quem vai para o mar avia-se em terra, foi o que fizemos, uma vaquinha entre todos e carregamos aquele comboio com umas bebidas! Nesta viagem começamos a delinear os nossos objectivos da nossa digressão (beber, festa, beber, musica beber, festa e beber!!!).

Depois de uma viagem longa, lá chegamos ao nosso destino, a tão esperada cidade de San Fermin. Ao chegarmos deparamo-nos logo com um bonito cenário, um bonito jardim com relva onde já dormiam e bebiam alguns dos guerreiros presentes na batalha. Ao vermos tal situação olhamos uns para os outros e dissemos, estamos como peixe na água, isto é a nossa praia.

Com a trouxa às costas seguimos estrada fora, para nos encontrarmos com o nosso Cabo Duarte e com o resto do grupo já presente que nos esperavam na praça central de Pamplona. Quando os encontramos foi novamente Fiesta, pois era o encontro esperado. Os nosso amigos guerreiros logo a contarem-nos histórias e os episódios dos seus dias de guerra, e nós a ganhar água na boca.

Posto isto, fomos a casa colocar as malas, comprar o nosso equipamento de guerra e seguimos para a monumental de Pamplona para “vermos” a grande corrida de touros. Como não podia deixar de ser um dos grandes momentos altos desta digressão, mas não pelo espectáculo que decorre na arena, mas sim na bancada. Isto sim a verdadeira tourada, com vinho, melão, laranjas etc. tudo para mandar uns ao outros e as varias bandas a tocar … a loucura poderei dizer!!!

Após a corrida seguimos para a nossa segunda casa, o bar dos presuntos, onde tudo se passava com a musica e com grande bebida, e ainda melhor algumas danças que ponham a população em delírio, como o break dance de Duarte ou o tractor do Tiago ou mesmo a dança do chapéu e outras danças de maior relevo!!!

No dia seguinte depois de umas horas na cama não muitas, dirigimo-nos a um dos melhores restaurantes do mundo, ou pelo menos gostamos muito porque íamos lá todos os dias, o grande chinês. Aqui se fizeram os discursos, beberam penalties diferentes, como o de soja ou o molho doce, e sem duvida se comeu grandes arrozadas. De realçar também o grande episódio do Chico Garcia que não só almoçou no Chinês como alugou um quarto ao Chinês, e logo o melhor quarto, que era o que tinha casa de banho privativa.

Após alguns episódios e de mais uma noite longa lá tivemos que regressar a Portugal, acho que todos já com muita saudade de voltar a San Fermin pois não dá para explicar o que se passa em Pamplona sem viver a Fiesta!

Logo e se tudo o permitir é com muito gosto que voltarei a San Fermin, para o ano há mais e lá estaremos!!!

Viva San Fermin!!! Viva!
Viva San Fermin!!! Viva!
Viva San Fermin!!! Viva!